Os vereadores da cidade de São Paulo não conseguiram transformar em lei municipal o acordo entre governo do Estado e donos de supermercados que prevê o fim das sacolas plásticas a partir do ano que vem.
O projeto proposto pelas lideranças da Câmara colocava como limite para o fim da distribuição das sacolinhas o dia 31 de dezembro de 2011. Em contrapartida, o acordo do Estado com os empresários do setor de supermercados definiu o dia 25 de janeiro de 2012 como prazo para a substituição voluntária. Na proposta dos vereadores era vedada ainda a venda das sacolas por R$ 0,19, ao contrário do que prevê o compromisso assinado na segunda-feira, 9, pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Para os vereadores que fizeram lobby a favor das indústrias e dos sindicatos ligados à produção de plástico, não existe nenhum estudo conclusivo sobre a nocividade das sacolas plásticas. "As sacolas de pano, sim, representam um risco enorme de contaminação para as pessoas", disseram alguns.
Foi a segunda vez em menos de um ano que os vereadores tentam e não conseguem votar um prazo para o fim das sacolinhas. Agora não existe mais data para proposta semelhante ser levada à discussão na Câmara paulistana.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Fonte: O Estado de S. Paulo
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