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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Governo endurece regras para utilização de cheques

O CMN (Conselho Monetário Nacional) aprovou nesta quinta-feira uma série de normas para a utilização de cheques que afetarão bancos, clientes e comerciantes. Entre as regras, está a obrigatoriedade dos bancos disponibilizarem informações sobre os cheques aos estabelecimentos comerciais, como se um cheque foi cancelado, extraviado ou bloqueado.



Hoje, quem presta essas informações são entidades como a Serasa e o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), com algumas informações já repassadas pelas instituições financeiras, como a devolução de um cheque de determinado cliente. Com a decisão de hoje, a responsabilidade por prestar informações aos comerciantes passa a ser dos bancos e o leque de informações será maior.
De acordo com o chefe do Departamento de Normas do BC, Sérgio Odilon dos Anjos, a tendência é que os bancos se organizem e criem uma instituição única ou mesmo contratem as entidades que hoje já existem para atender a essa determinação. As instituições financeiras têm um ano para iniciar o serviço, que poderá ser cobrado dos comerciantes.
"Nós passamos essa obrigatoriedade para os bancos. Não temos dúvida de que isso vai aperfeiçoar a sistemática que tem hoje", afirmou.
TRANSPARÊNCIA
Outra mudança é que, no prazo de um ano, os bancos terão que incluir em todos os contratos já existentes os critérios que utiliza para conceder ou não cheques a um determinado cliente. No caso de novos contratos, a exigência valerá a partir de amanhã.
O CMN deixou livre para cada instituição decidir quais regras utiliza para a concessão de cheque, como já ocorre hoje, mas determinou que os bancos observem se há restrições cadastrais, o histórico de ocorrência com cheques, a suficiência de saldo e o estoque de cheques em poder do correntista.
"Hoje o banco já pode não entregar um cheque para o cidadão, é o banco que conhece o cliente. Agora, vamos transformar isso em mais transparente, em que condições vão dar ou não o cheque para uma pessoa", completou dos Anjos.
SUSTAR
Os bancos terão ainda que exigir um boletim de ocorrência quando o cliente quiser sustar cheque por furto, roubo ou extravio. Atualmente, isso já é feito por alguns bancos, mas ainda não era obrigatório. Depois de sustar o cheque nesses casos, o cliente não poderá reverter a decisão, ou seja, o cheque não poderá ser compensado.
Será impresso nos cheques também a data em que ele foi confeccionado, a exemplo do que faz hoje com a data em que o titular do cheque passou a ser cliente do banco. Para isso, os bancos terão seis meses. A medida tem como objetivo dar mais informações aos comerciantes no momento de receber o cheque. Ele poderá, por exemplo, se negar a aceitar um cheque muito antigo.
Outra norma obrigará as instituições financeiras a informar a seus clientes o nome completo e endereço de uma pessoa ou empresa que depositou um cheque que não tinha fundos. Isso será feito para permitir ao cliente regularizar sua situação junto ao portador do cheque.

                             
                                  

Davi M. Alves
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Empresas disputam "sacolas substitutas"


Com o fim das sacolas plásticas no Estado de São Paulo, a indústria de embalagens, que emprega mais de 30 mil no país, já reage de duas formas: protesta e faz planos para se adaptar. Em jogo está um mercado que, por ano, fabrica 14 bilhões de sacolas e fatura de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão. Hoje, cerca de 30 das 200 empresas que fabricam sacolinhas plásticas têm pequena fatia destinada à produção de embalagens feitas a partir de matriz renovável. É o caso da Extrusa Park, empresa que supre Jundiaí e Belo Horizonte com sacolinhas "biodegradáveis compostáveis" (leia ao lado), feitas com tecnologia da Basf.
Mudança de cenário assustaEles saíram na frente ao apresentar, na feira da Apas (Associação Paulista dos Supermercados) do ano passado, um produto que agradasse mais aos supermercadistas do que a única alternativa existe à época, a "oxibiodegradável" (acusada de deixar partículas nocivas no solo). Apesar de deter o monopólio do abastecimento de duas cidades que aboliram as sacolinhas, apenas 10% de sua produção é voltada às embalagens feitas com amido, até seis vezes mais cara. E a mudança de cenário assusta. "Esse projeto para a indústria plástica não é positivo. Por mais que o faturamento unitário seja maior, não corresponde à perda de volume. Oferecemos a alternativa porque não temos outra maneira. Mas imagino que vá se reduzir o número de empregados e de equipamentos", diz Gisele Barbin, gerente comercial da Extrusa.
Ecológicas ocupam 5% do mercado em Jundiaí Em Jundiaí, que baniu as sacolas comuns no fim do ano passado, as ecológicas vendidas nos caixas dos supermercados só ocuparam 5% do "mercado" - o resto foi preenchido por carrinhos de feira e retornáveis. A Apas estima que o consumo anual de sacolas no Estado cairá 90%, para 258 milhões de unidades. Ou seja, o mercado irá diminuir muito. "Eu diria que cerca de 6.000 empregos em São Paulo estarão em jogo. Gostaríamos de ser chamados para a discussão", diz Alfredo Schmitt, presidente da Abief (associação da indústria de embalagem flexível). As embalagens oxibiodegradáveis (decompostas no ar) e as hidrobiodegradáveis (água) disputam o mercado que sobrar. Cada tecnologia encomenda estudos para parecer mais "verde". A oxibiodegradável leva 1% de um composto acusado de deixar resíduos poluentes no ambiente.


Oxibiodegradável custa 6% a 7% a mais
Os defensores refutam. A vantagem é que sua produção custa de 6% a 7% a mais do que o plástico comum. Em Belo Horizonte, lojistas afirmam que pagam até 50% mais por elas.
Nos países que baniram as sacolinhas, houve redução da quantidade de papel e de plástico nas embalagens. Consumidores também passaram a usar menos sacolas. "O consumidor vai querer usar bem aquilo que paga; vai levar muito menos sacolas para uma mesma compra, vai ter que levar a sacola retornável e se programar para as compras", diz João Sanzovo, diretor da Apas.
A principal resistência, contudo, vem dos que usam sacolas plásticas para o lixo. Com o fim das sacolas em Jundiaí, o consumo de sacos pretos cresceu em 20 toneladas. Mas estes já são produzidos, com plástico reciclado.
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Ao dia, BH tira 350 mil sacolas de circulação Cerca de 350 mil sacolas plásticas deixaram de circular a cada dia em Belo Horizonte, primeira grande cidade brasileira a aboli-las, segundo os supermercados. Desde a semana passada, a loja que der a embalagem gratuitamente pode ser multada em até R$ 2.000. Uma alternativa é comprar por R$ 0,19 uma unidade de sacola biodegradável, feita de amido de milho. Segundo a Associação Mineira dos Supermercados, eram distribuídas 450 mil sacolas todos os dias na cidade. A venda de sacolas biodegradáveis representa cerca de 20% desse total, de acordo com a entidade. "É o típico caso do consumidor, do cidadão, pagando a conta pela omissão do poder público", reclama o empresário Andres Lobato, 44, que ontem comprou 5 sacolas retornáveis, as ecobags, por R$ 2 cada uma, para acomodar as compras em hipermercado. Já a cabeleireira Leila Garcia, 33, disse, ao sair de um sacolão, que ressuscitou o carrinho de feira. "Apoio a lei, pela natureza, e espero que ajude os comércios a dar descontos."

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Banir plástico não é consenso entre ambientalistas
É glorioso que exista, no começo deste século, uma noção inédita de que o planeta não é uma lixeira sem fundo. Bem ou mal, o discurso verde pegou. Não é consenso, porém, que banir as sacolinhas seja uma vitória ambiental. Existem pelo menos três questões importantes que são levantadas pelos ambientalistas. A primeira se refere ao fato de que as sacolinhas representam fração bem pequena do lixo nacional: 1,29%. Certamente as sacolinhas criam problemas sérios, como entupimentos na rede de esgoto e danos à vida marinha. Mas é necessário tomar cuidado para não torná-las um bode expiatório ambiental, deixando em segundo plano questões mais importantes, como o aquecimento global ou o desmatamento. Corremos o risco de ver o sujeito que vai ao mercado com a sua camionete movida a diesel se considerando ecologicamente correto por usar uma ecobag.
Última questão se refere a quem vai pagar a contaNas palavras do cientista ambiental britânico James Lovelock, a preocupação atual com as sacolas é como estar no Titanic afundando e se preocupar em "reorganizar as cadeiras no convés". A segunda crítica é que as sacolas vão ser substituídas por outras, biodegradáveis, feitas a partir de milho. Elas se decompõem rapidamente, algo maravilhoso, mas há de questionar até que ponto vale a pena usar comida para fazer sacolas, inflacionando alimentos. A última questão se refere a quem vai pagar a conta. Quem assinou o acordo foram os supermercados e o governo estadual, mas o custo ficará para o consumidor. Cada sacolinha de milho vai custar R$ 0,19. Hoje, os mercados incorporam ao preço dos produtos o custo das sacolinhas. Isso vai ser devolvido ao cliente? Em tempos de marketing verde, parece que os supermercados ganharam uma oportunidade única de reduzir custos e, de brinde, vender uma imagem de ecologicamente corretos.

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Países divergem quanto à proibição das embalagensEnquanto alguns países têm apertado o cerco ao uso das sacolas plásticas, em outros o uso é liberado. Nos EUA, por exemplo, não há uma regra nacional sobre o assunto, mas algumas cidades já tomaram medidas para impedir a proliferação das sacolas. A primeira a banir seu uso foi San Francisco, em 2007, seguida por Portland e Seattle. Segundo a ONG Clean Air Council, os americanos usam 1 bilhão de sacolas plásticas por ano, e menos de 1% é enviado para reciclagem. Embora seja um dos países mais avançados em uso e pesquisa de energias "limpas", Israel engatinha quando o assunto é reciclagem de lixo e restrições às sacolas.
430 milhões de sacolas plásticas/mês são consumidas em Israel três anos, projeto de lei que proibiria o comércio de ceder sacolas plásticas foi aprovado no Parlamento, mas até hoje não foi sancionado, e as sacolas são fartamente distribuídas. Nos territórios palestinos a situação não é diferente, e pouca gente leva sua própria sacola de casa.
Segundo estimativa do Ministério do Meio Ambiente de Israel, 430 milhões de sacolas plásticas são consumidas todo mês pelo varejo, o equivalente a duas por dia por habitante do país.
Em outros países, a situação não é muito diferente. Na Suíça, por exemplo, não há lei que proíba a distribuição das sacolas. Alguns supermercados é que tomaram a iniciativa de banir as sacolinhas, por conta própria.  Na Itália e na França, só a distribuição de sacos biodegradáveis é autorizada. Para desestimular o consumo, Alemanha, Dinamarca, Irlanda, África do Sul, China e partes da Austrália proíbem a distribuição gratuita de sacolas. Bangladesh proibiu as sacolas em 2002, após diagnosticar que o entupimento de bueiros por plástico foi o fator responsável pela grande inundação de 1998 no país.  Na África, estabelecimentos de Ruanda, Quênia, Tanzânia, Eritreia e Somália são proibidos de dar sacolinhas./
FSP B5

sexta-feira, 15 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vá com calma: questionar superiores é possível, mas requer alguns cuidados

 Questionar o líder quando ele comete algum erro durante o desenvolvimento de um projeto ou mesmo quando comete alguma injustiça com alguém da equipe pode não ser comum e poucos profissionais acabam fazendo. Contudo, questionar a liderança em tempos de mercado mais aberto é possível – sempre observando determinados cuidados.

“Como em qualquer relação, existe sempre um limite, tanto na forma de questionar como na postura”, afirma a sócia da Search Consultoria em Recursos Humanos Ilana Lissker. Para ela, a possibilidade de se questionar comportamentos e decisões dos líderes é maior ou menor dependendo da relação que o profissional tem com a liderança. “Dependendo do grau de abertura, dá para o subordinado conversar com o líder”, completa a gerente de Marketing da Monster Brasil, empresa de recrutamento e gerenciamento de carreiras on-line, Andreza Santana.

Para ela, via de regra, questionar o líder é sempre uma tarefa complicada, ainda que o profissional tenha motivos para fazê-lo. Mas alerta que é preciso ter razões consistentes para quaisquer questionamentos. “A abordagem vale a pena se ela for madura e baseada em fatos e não em impressões”, aconselha.

  Imagem: Izaokas Sapiro || iStockphoto  
  
  
  
"Como em qualquer relação, existe sempre um limite, tanto na forma de
questionar como na postura" 
  

Com interrogações na cabeça

Levantar dúvidas sobre o comportamento ou determinada decisão do líder só deve ser feito se essas ações provocarem danos no trabalho da equipe ou no resultado do profissional. Não são raros casos em que gestores privilegiam determinados funcionários em detrimento de outros ou mesmo que cometam injustiças com alguns colaboradores.

Questionar esses comportamentos é mais delicado, tendo em vista que dificilmente é possível constatar na prática os prejuízos dessas ações. “Além disso, um líder que age dessa forma já tem dificuldades de ouvir e entender o problema”, avisa Ilana. Esse tipo de situação é mais fácil de ser resolvido quando o prejuízo envolve toda a equipe. E ainda assim é preciso cuidado na hora de tratar esse assunto. “É preciso que o profissional sinta essa situação, porque, dependendo do caso, o líder pode se sentir ameaçado”, completa a consultora.

Para Andreza, o importante nessas situações é o profissional tentar não abalar uma relação de confiança que pode estar estabelecida. “Quando há essa perda, fica mais difícil lidar com essa situação”, afirma. Por isso, ela recomenda três passos fundamentais para se questionar o líder. “O profissional deve fazer uma análise para ver se a razão para se questionar o chefe é objetiva ou subjetiva”, afirma.

Se o profissional constatar que as razões são objetivas e que há fatos que as comprovem, o profissional deve compartilhar suas constatações com alguém de confiança. “De preferência, alguém de senioridade maior que ele, com mais experiência”, completa Andreza. Caso seja constatado que existe uma razão concreta para os questionamentos, o profissional deve ter uma conversa direta com o líder. Mas sempre observando a situação e respeitando os limites.

Os limites em situações como essas são, na avaliação das especialistas consultadas, o respeito à hierarquia e ao próprio líder, como um profissional geralmente mais experiente que o colaborador. “Por mais que ele lhe dê abertura, ele é o seu chefe”, alerta Ilana. “O ideal é nunca colocar esse líder contra a parede”, alerta.

By; Administradores.com

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Óculos X-Men econômico!



Ciclope (Foto: Reprodução)Ciclope (Foto: Reprodução)
Não sabe o que usar na próxima festa à fantasia? Siga esse tutorial e se transforme no Ciclope do X-Men!

By Techtudo

terça-feira, 5 de abril de 2011

Heineken

Heineken lança garrafa que brilha sob luz negra

No Brasil, a edição será distribuída apenas em casas selecionadas



Por Redação, www.administradores.com.br
 


Divulgação
Feita de alumínio, garrafa brilha quando exposta a luz negra
A cerveja Heineken está com mais uma novidade no Brasil. A marca acaba de lançar um modelo de garrafa que brilha quando exposta à luz negra. Importada da Holanda, a Star Bottle é feita de alumínio e classificada como um produto superpremium.

A palavra "Star" presente no nome do produto se refere à grande estrela de cinco pontas localizada no centro da garrafa, que é o símbolo mundial da marca. Quando a Heineken Star Bottle é exposta à luz negra, a tinta escondida aparece na superfície da garrafa.

O novo produto estará disponível apenas em casas noturnas selecionadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília. A intenção da fabricante é mesmo elitizar a edição. Segundo a assessoria da empresa, o objetivo com a restrição a espaços selecionados é "reforçar a exclusividade da garrafa e a sensação de estar no lugar certo, na hora certa".

Produzida desde 1864, e no Brasil desde 1990, a Heineken consolidou-se como uma marca premium.

Gene de Álcool!

Cientistas identificam gene ligado ao consumo de álcool

Estudo contou com mais de 47 mil voluntários.
Uso exagerado da bebida mata 2,5 milhões em todo o mundo por ano.

Da Reuters
Cientistas identificaram um gene que parece ter papel na regulação de quanto álcool uma pessoa bebe. Eles dizem que a descoberta poderia ajudar na busca por tratamentos mais eficazes contra o alcoolismo e as bebedeiras.
Em um estudo com mais de 47 mil voluntários, uma equipe internacional de cientistas descobriu que pessoas que possuem uma rara variante de gene chamado de AUTS2 bebem em média 5 por cento menos álcool do que as com a variante mais comum.
O gene AUTS2, também conhecido como "candidato 2 de suscetibilidade ao autismo", havia sido previamente relacionado ao autismo e à desordem de hiperatividade do déficit de atenção (ADHD), mas sua função real não está clara, disseram os pesquisadores.
"Claro que há uma porção de fatores que afetam o quanto de álcool uma pessoa bebe, mas nós sabemos que os genes desempenham um papel importante", disse Paul Elliott, do Imperial College de Londres, que integrou a equipe do estudo.
saiba mais
"A diferença que este gene particular produz é somente pequena, mas ao encontrá-la abrimos uma nova era de pesquisa."
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso prejudicial do álcool resulta em 2,5 milhões de mortes por ano em todo o mundo. Esse é o terceiro maior fator de risco no mundo para doenças como desordens neuropsiquiátricas, como é o caso do alcoolismo e epilepsia, bem como doença cardiovascular, cirrose do fígado e várias formas de câncer.
Gunter Schumann, do Instituto de Psiquiatria do King's College, de Londres, disse que a combinação de estudos genéticos e dados comportamentais deve ajudar os cientistas a compreender melhor as bases biológicas dos motivos pelos quais as pessoas bebem, algumas delas em excesso.
"Este é um primeiro passo importante em direção ao desenvolvimento da prevenção e tratamentos de abuso e dependência de álcool", disse ele.
No estudo, publicado na revista da "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS, na sigla em inglês), a equipe analisou amostras de DNA de 26 mil voluntários em busca de genes que parecem afetar o consumo de álcool e depois checou suas descobertas em outras 21 mil pessoas.
Em uma parte da pesquisa, depois de identificar o AUTS2, os cientistas analisaram o quanto o gene era ativo em amostras de tecidos do cérebro. Eles descobriram, então, que as pessoas com a variante do gene relacionada ao menor consumo de álcool tinham uma atividade maior no gene.

domingo, 3 de abril de 2011

Qual a diferença entre adaptadores wireless de 54 Mbps, 150 Mbps e 300 Mbps?


Diferentes tipos de Wi-Fi
Se você já comprou um modem ou roteador e utiliza em sua rsidência conexão Wi-Fi, certamente já deve ter notado nas especificações do equipamento um protocolo numérico relativo ao tipo de Wi-Fi com a qual o produto é compatível. Entretanto, dados como 802.11n, 802.11g ou 802.11b não são autoexplicativos e é natural que surjam dúvidas sobre quais as diferenças existentes entre eles.
Entender qual é o significado de cada um deles é fundamental, em especial se você deseja navegar sempre nas mais altas velocidades possíveis. E, para isso, não basta apenas contratar um plano de dados com um alto custo. É preciso, também, que os seus equipamentos possam suportar a quantidade de dados solicitada.
Para entender melhor como isso funciona, é interessante compreender alguns conceitos de frequência e padrões de qualidade. É a partir deles que os protocolos de Wi-Fi são liberados, e são eles que determinam quais são as velocidades máximas de comunicação entre o computador e o roteador.

Faixa de frequência

Wi-Fi Alliance
Todos os aparelhos Wi-Fi operam a partir de ondas de rádio. Assim, como muitos outros produtos, eles utilizam o mesmo espaço para poder se comunicar. Para que não haja nenhum tipo de interferência entre produtos distintos, são determinadas faixas específicas de operação, às quais os aparelhos, obrigatoriamente, devem se adaptar.
GPS, celulares, portas de garagem e emissoras de TV e rádio são alguns exemplos de aparelhos que, embora utilizem o mesmo tipo de onda, operam sob frequências distintas para que não haja conflito.
A faixa de frequência de um aparelho é determinada em convenção internacional pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers). A entidade é responsável por redigir as normas técnicas e disponibilizá-las à indústria, de forma que o padrão seja seguido na fabricação dos aparelhos. Alguns exemplos:
  • Transmissão de rádio AM: entre 530 e 1610 kHz;
  • Emissoras de TV: entre 54 e 88 MHz;
  • Transmissão de rádio FM: entre 88 e 108 MHz;
  • Wi-Fi: entre 2,4 GHz e 5 GHz.

Taxas de transferência de dados

Fique atento à notação do seu dispositivo
Para que possam operar dentro da faixa destinada, os aparelhos de propagação e recepção de sinal Wi-Fi seguem normas e protocolos específicos. No que se refere à transmissão de dados, os padrões escolhidos são identificados pela codificação numérica chamada Classificação Decimal de Dewey, sistema similar ao utilizado nas bibliotecas para catalogação de livros.
O sistema define um número de três dígitos seguido de um ponto e outros dois dígitos. A classificação utilizada atualmente é o 802.11, seguido de uma letra para identificar a certificação mais atualizada, incluindo normas de segurança e padrões de qualidade.
Para que haja compatibilidade entre os sistemas mais antigos e as atualizações recentes, os protocolos mais novos, obrigatoriamente, devem suportar as notações anteriores. Assim, mesmo aparelhos antigos são capazes de receber sinais de outros mais novos, ainda que com menor qualidade.
Os padrões 802.11a e 802.11b foram definidos em 1999. O primeiro opera em uma frequência de 5 GHz e é capaz de transferir, no máximo, 54 Mbps. Já o padrão 802.11b opera numa frequência de 2,4 GHz e é capaz de transferir, no máximo, 11 Mbps.
O padrão 802.11a, por sua baixa capacidade e incompatibilidade com novas atualizações de segurança e codificações, aos poucos está saindo do mercado. Já o 802.11b, por ser utilizado em especial para transmissão de dados mais técnicos, não interferindo no uso de velocidade do usuário, prossegue sendo listado como compatível na maioria dos aparelhos.
Em 2003 foi lançada a notação 802.11g. Além de melhorias na segurança e novas codificações, o novo formato permitiu que os aparelhos enviassem e recebessem sinais a velocidades de 54 Mbps, seguindo a evolução das redes de transmissão. Por fim, em 2009, passou a vigorar no mercado a notação 802.11n. Ela foi responsável por ampliar a capacidade de transmissão para até 450 Mbps.
Em resumo: a geração 802.11n, mais atual, veloz e segura, aos poucos substituirá por completo as anteriores. Por isso, é importante verificar dados como esses antes de comprar um aparelho. Afinal, a variação de preço entre eles é pequena e vale a pena investir em um produto com durabilidade maior.

Gerações de Wi-Fi

Padrões de Wi-Fi

Como as notações afetam o seu cotidiano?

Antes de comprar um modem, um roteador ou mesmo um aparelho celular, é válido conferir em suas especificações técnicas quais são os tipos de Wi-Fi suportados. Em geral, os modelos mais recentes suportam todos eles. Contudo, ainda assim, é importante checar a velocidade máxima de transmissão de dados.
Embora exista retrocompatibilidade, ou seja, o padrão 802.11n (mais novo) suporte todos os anteriores, é preciso ficar atento aos limites de velocidade. Se o seu roteador for 802.11n, mas o smartphone for compatível apenas com 802.11g, sua velocidade ficará limitada aos 54 Mbps da versão antiga.
Mesmo os aparelhos mais novos podem ter limitações em suas velocidades. Assim, você pode encontrar no mercado modems e roteadores com velocidades limites de 150 Mbps, 300 Mbps e 450 Mbps. As duas primeiras velocidades são as mais comuns.
Wi-Fi segue padrões internacionais
Os modems de 450 Mbps ainda são raros para uso residencial. Os primeiros modelos compatíveis com essa velocidade foram lançados no final do ano passado nos EUA e, aos poucos, começam a chegar ao Brasil via importação.
Por isso, antes de trocar o seu plano de dados, caso a operadora de telefonia não ofereça um modem compatível com o serviço, verifique se não será necessário trocar o seu equipamento por outro mais novo.
No Brasil, as velocidades de banda larga mais comuns – 1, 2, 5 e 10 Mbps – oferecem melhor compatibilidade com o padrão 802.11n. Caso contrário, ainda que disponha de uma alta velocidade, você não poderá usufruí-la ao máximo.


TechTudo

Videos de captação dos movimentos do 1º Mortal Kombat!


Cesar CrivelaroPara o TechTudo
Lembra-se do primeiro Mortal Kombat? Aquele clássico e violento jogo de luta com 7 personagens com simples animações que ganhou espaço na mídia pela sua extrema violência com muito sangue e os famosos fatalities? E lembra-se que os personagens pareciam humanos? Tanto na foto de seleção dos lutadores quanto nas animações de luta, todos pareciam muito reais, o que contribuía para veracidade da violência.
Personagem de Kano em ação (Foto: Reprodução)Personagem de Kano em ação (Foto: Reprodução)
Este jogo também teve captura de movimentos. Daniel Pesina, ator que serviu de modelo para o personagem Johnny Cage (e também para o Reptile, Sub-Zero e Scorpion), colocou em sua conta no Youtube vídeos raríssimos das filmagens da produção. Além de seus vídeos, ele colocou na rede os vídeos do ator que interpretou o personagem Kano.
A filmagem é antiga e os atores estão longe de ter habilidade de combate de luta (como percebe-se no vídeo do Kano), mas são uma relíquia. Confira abaixo alguns vídeos.O ator iria colocar seus vídeos com a atuação dos movimentos do Sub-Zero e do Scorpion, mas a Warner o proibiu de continuar com o ato, o que significa que os vídeos, de fato, existem. Será que algum dia ainda os veremos?


Clubes darão R$ 110 mi de TV fechada e internet a Globo e CBF

Dez clubes já firmaram acordo com a Globo pelos direitos dos Brasileiros de 2012 a 2015. Outros oito estão em negociação. E todos doarão integralmente a cota de TV por assinatura e a de internet para fundo a ser gerido em conjunto por Globo e CBF.
A informação é dos colunistas Bernardo Itri, do Painel FC, e Paulo Vinícius Coelho. A matéria está publicada na edição deste domingo da Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL
Ricardo Nogueira/Folhapress
Dez clubes já firmaram acordo com a Rede Globo
Dez clubes já firmaram acordo com a Rede Globo
Conforme a matéria, o valor desse fundo chega a R$ 110 milhões: R$ 80 milhões referem-se aos contratos de transmissão em TV fechada e R$ 30 milhões aos de direitos de internet, segundo acordos já firmados e projeções dos que ainda são negociados. No total, cerca de 11% de todos os contratos. A quantia vai para o Fundo de Custeio, que já existia quando os direitos eram negociados pelo combalido Clube dos 13. "Definíamos o valor em assembleia, e não estava vinculado a uma cota específica", afirma Ataíde Gil Guerreiro, diretor do C13.





By UOL